Renato quer a regulamentação da distribuição de leite para crianças com intolerância à lactose ou APLV


Projeto autoriza prefeitura a realizar distribuição gratuita às crianças de baixa renda com até 4 anos.

 

Alergia à Proteína do Leite da Vaca (APLV) e intolerância à lactose é uma queixa muito comum no dia a dia do pediatra, pois está diretamente relacionada com a alimentação da criança. Muitas famílias carentes sofrem com essas condições, seja pela falta de informações ou a dificuldade para custear a assistência médica e o leite adequado. Pensando nisso, o vereador Renato Meireles (PSB), apresentou um projeto de lei que autoriza a Prefeitura de Guarabira distribuir de forma gratuita e contínua leite sem lactose, com proteína hidrolisada ou livre de aminoácidos, às crianças de até 4 anos provenientes de famílias de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social que sejam portadoras de alergia ou intolerância a essas substâncias.



“A família que tem uma criança que nasce nessa condição tem que recorrer ao Ministério Público para poder ter acesso a esse leite. Nós queremos tão somente que a criança que tiver um laudo médico, de um alergologista ou de um nutricionista da área, receba de imediato esse leite por parte da prefeitura, ou seja, desburocratizar essa discussão. Porque se já tem um laudo, que seja entregue o leite na quantidade necessária daquela criança quando for dita pelo nutricionista da área”, disse o parlamentar durante entrega do PL em sessão ordinária da Câmara Municipal de Guarabira, na última quinta-feira (17). 



Renato também evidenciou que enquanto aguardam toda essa tramitação da justiça, os pais ou responsáveis têm que arcar com o alto custo para que a nutrição da criança não seja prejudicada pela falta do leite adequado.



O texto vai para discussão do plenário e será enviado para as respectivas Comissões. “Iremos discutir e vamos lutar pela aprovação. Porque uma lata de leite dessa custa em média R$ 280,00. Um valor muito alto para um pai de família que vive de um salário mínimo, que não tem uma boa condição financeira. Nós precisamos enfrentar esse debate para o bem dessas crianças”, destacou Meireles, alegando ainda que a quantidade fornecida pelo Poder Executivo Municipal em muitos casos não supre a necessidade da criança
 

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