TERCEIRO INTERESSADO – Prefeito de Sapé assume participação no processo da bancada contra eleição de Abraão Júnior


 

 

 

Além dos advogados de Normandinho e da Prefeitura, o prefeito inclui procuradores do município e se habilita como “terceiro interessado” no processo que questiona eleição da Câmara. Abraão disse que a máscara caiu e o prefeito assumiu a autoria da tentativa de golpe contra o Legislativo

 

 

 

O prefeito de Sapé, Sidnei Paiva (Podemos), finalmente assumiu seu envolvimento no processo que questionamento da eleição da mesa diretora do Legislativo Sapeense, que até então contava apenas com a participação de sua bancada, composta de 12 dos 15 vereadores da Câmara Municipal de Sapé. Em um novo pedido de liminar encaminhado pela bancada ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), o chefe do Executivo Sapeense se habilita como “terceiro interessado” e, além de os advogados contratados pela prefeitura, a própria procuradoria da prefeitura agora está engajada em participar no que o presidente da Câmara chama de “tentativa de golpe”.

 

 

Os advogados que atuam no processo contra a Câmara Municipal também são contratados pelo prefeito. O escritório de Antônio Fábio Rocha Galdino e Tadeu Coatti Neto foi contratado pela prefeitura de Sapé e Fábio representa o prefeito Sidnei Paiva (Podemos) nas questões relacionadas à prefeitura, enquanto Tadeu Coatti está trabalhando na defesa de Normando Paulo de Souza Filho (Normandinho), ex-secretário de finanças do município de Sapé, e ambos ainda representam os vereadores da bancada do prefeito na Câmara nos processos que questionam a eleição legislativa.

 

Conselho Federal da OAB vai apurar atuação de advogados contratados pela prefeitura em processos contra o Legislativo Sapeense – (gestaopublicaesociedade.com.br)

Tadeu Coatti atualmente exerce o cargo em comissão de Secretário de Controle Interno, Transparência e Ouvidoria do município de Caaporã-PB, o que o impediria de exercer a função de advogado até mesmo pela dedicação exclusiva que o cargo em comissão requer. O próprio código de ética do município de Caaporã impõe impedimentos para a dupla atuação do secretário. O caso está sendo apurado pelo representante da comissão nacional da advocacia municipalista junto ao Conselho Federal da OAB (CFOAB), Marco Aurélio

 

 

 

Segundo Abraão, os documentos que Arquimedes alega ter encontrado na prefeitura não passam de uma “falsificação grosseira” e já teria instaurado inquéritos na Polícia Civil para apurar a falsificação. “O prefeito agora mostrou a cara e assumiu que é o autor intelectual da tentativa de golpe ao Legislativo. Até então ele usava os advogados contratados da prefeitura e sua bancada, mas agora que a máscara caiu, ele assume a tentativa de intervir na Câmara e utiliza a própria procuradoria do município para tentar validar a farsa de Arquimedes, entrando no processo como terceiro interessado, mas na verdade ele é o único interessado em transformar a Câmara em um puxadinho da Prefeitura. Já foram instaurados inquéritos na Polícia Civil para apurar a falsificação e as medidas contra os golpistas já estão sendo tomadas na justiça”, disse Abraão ao Portal GPS.


cumento enviado pela prefeitura ao TJPB.


 

 

 

 

 

Da Redação com Portal GPS.

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